“Muito está se falando de não ajudar quem votou em tal candidato…Mas que culpa tem as crianças disso? Então caridade agora terá partido político? Felizmente ou infelizmente não sei ao certo ainda estamos na democracia cada um tem o direito de sua escolha…
Pessoal peço que não parem de ajudar, têm muitas famílias precisando de ajuda, vamos recusar ajudar? Não sabemos o que nos espera amanhã… Eleição página virada…passou. Vamos com fé, caridade não tem partido.
A Corrente do Bem não enxerga siglas, ideologias ou títulos de eleitor. Quando a fome aperta, quando a dor bate à porta e quando o frio castiga, o sofrimento é uma realidade humana que transcende qualquer disputa eleitoral.
Fome não tem partido. Solidariedade não tem partido. Caridade não tem partido.
Nos últimos tempos, infelizmente, temos visto discursos defendendo que a ajuda social deveria ser condicionada a escolhas políticas. Mas que culpa têm as crianças, os idosos e as famílias em situação de vulnerabilidade pelas divisões do país? Desde quando a empatia passou a exigir um posicionamento político para existir?
Vivemos em uma democracia e o direito de escolha individual faz parte desse processo. Felizmente, a liberdade de pensar e votar permanece intacta, mas a necessidade de estender a mão a quem precisa vai muito além do resultado das urnas. Eleição é página virada. O pleito passa, a disputa termina, mas as necessidades básicas diárias de milhares de pessoas continuam.
Não podemos permitir que a polarização esfrie o nosso coração. Recusar ajuda a quem passa fome hoje é esquecer que o dia de amanhã não pertence a nenhum de nós. O mundo dá voltas e ninguém está imune às incertezas da vida.
O pedido é direto e urgente: não parem de ajudar. Continuem doando, estendendo a mão e fazendo a diferença na vida de quem mais precisa. Vamos seguir com fé e humanidade, lembrando sempre que a verdadeira caridade não pede título de eleitor — ela pede apenas amor ao próximo.”
Giácomo Costanti



















