Com mais de duas décadas de atuação no setor de energia, o advogado Gustavo De Marchi (filho dos Santa Ritenses Antônio Silva e Hebe de Marchi) assumiu a presidência da Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig), trazendo consigo ampla experiência jurídica e estratégica no segmento energético. Formado pela PUC Minas e com trajetória consolidada no Departamento de Energia do escritório Décio Freire Advogados, De Marchi destaca que sua vivência técnica e regulatória será fundamental para conduzir a empresa em um momento considerado decisivo para o futuro da distribuição de gás natural em Minas Gerais.
Segundo ele, sua atuação ao longo dos anos em debates regulatórios, operações de M&A no setor energético e na elaboração de marcos regulatórios lhe proporcionou uma visão ampla sobre os desafios e oportunidades do mercado. Agora à frente da Gasmig, o objetivo é fortalecer projetos estruturantes, ampliar a infraestrutura e consolidar o estado como referência nacional em energia sustentável.
Entre as prioridades da nova gestão estão os projetos de expansão da malha de gás natural, com destaque para o Ramal do Sul de Minas e o Ramal do Triângulo Mineiro. Os investimentos previstos ultrapassam R$ 5 bilhões e incluem também a ampliação da inserção do biometano na matriz energética mineira.
De Marchi afirma que a integração entre Gasmig e Cemig será essencial para acelerar o crescimento da infraestrutura energética do estado. Para ele, Minas Gerais possui potencial para liderar o desenvolvimento do gás renovável no Brasil, especialmente diante das recentes mudanças regulatórias no setor.
O presidente também ressaltou a importância da nova legislação estadual do gás natural e da atuação da Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário de Minas Gerais (Arsae-MG), que passou a assumir competências relacionadas à regulação e fiscalização do serviço de gás canalizado no estado.
Na avaliação de Gustavo De Marchi, os principais desafios da Gasmig estão ligados à expansão sustentável da infraestrutura, ao aumento da competitividade do gás natural e ao fortalecimento da companhia como protagonista no desenvolvimento do biometano no país.
“Projetos como o Ramal do Sul de Minas são prioritários, pois permitirão levar o gás natural a importantes polos industriais e agroindustriais da região. Paralelamente, precisamos acelerar a inserção do biometano em nossa matriz energética, transformando Minas Gerais em referência nacional de gás renovável”, destacou.
O novo presidente afirma ainda que pretende aplicar toda sua experiência acumulada ao longo da carreira para promover uma gestão moderna, eficiente e integrada, capaz de gerar resultados sólidos para os acionistas e, ao mesmo tempo, contribuir para o desenvolvimento econômico regional, oferecendo energia de qualidade e preços competitivos para cada vez mais mineiros.






















