Polícia procura por suspeito de agredir mulher de 40 anos na zona rural de Varginha

A Polícia Civil de Varginha  tenta encontrar pistas de um homem que agrediu uma mulher de 40 anos na zona rural. A família ainda está chocada com o que aconteceu. Cláudia Caineli Mariano está internada em estado grave na UTI do Hospital Regional de Varginha.

Antes de ser transferida para o hospital, Claudia foi levada para a UPA e gritou o nome “Lucas” antes de entrar em coma.

“Conversamos com os familiares para que eles nos passassem possíveis autores, possíveis situações que pudessem gerar uma agressão tão grande, tão voraz e também estamos trabalhando com a possibilidade de ter sido um fato aleatório, ter sido uma pessoa que estava passando pelo local e agiu por ocasião”, disse o tenente da Polícia Militar, Luiz Paulo Barros.

O crime aconteceu por volta de 13h30. Mãe e filha estavam vendo televisão quando ouviram os cachorros latirem. A mãe foi atender um moço que estaria pedindo água. A filha foi ao banheiro e voltou a assistir TV.

Quando abaixou o volume, ouviu que a mãe estava pedindo socorro. Do lado de fora, viu uma cena terrível. Um homem golpeava a vítima na cabeça, com um tijolo e uma garrafa.

Eu corri para ver o que era, eu fiquei muito assustada porque vi o rapaz em cima da minha mãe agredindo ela e a única coisa que eu pensei em fazer naquele momento foi fugir, correr para o mato para me esconder para falar com o meu pai”, disse a filha, Mayra Cristina Mariano.

Locais próximos à casa têm câmeras de segurança. A família acredita que talvez as imagens ou os vizinhos possam ajudar a encontrar o agressor. Antes da agressão, pela manhã, a mãe tinha comentado sobre um homem suspeito circulando pela região e é provável que outras pessoas também tenham visto.

“A filha da vítima não conseguiu visualizar as características do autor, apenas as vestimentas, ele estava de calça jeans e com uma camisa azul e era uma pessoa de um porte físico relativamente avantajado, então qualquer pessoa que passou por ali dentro do horário do fato, na data de ontem e que tenha visto alguém com essas características, que possa reconhecer, que possa dar alguma informação, ligue no telefone 190 e nós vamos apurar para ver se conseguimos prender esse autor”, completou o tenente da PM.

A família, que já morava há 3 anos na fazenda, não quer mais voltar a morar na casa. Eles esperam conseguir informações suficientes para entender o que aconteceu.

“A gente espera que a minha mãe possa se recuperar o mais rápido possível pra poder contar pra gente o que aconteceu e quem foi essa pessoa que fez isso com ela”, disse a filha.

G1 Sul de Minas

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