Inclusão em pauta no Senac

Empresas e instituições discutem práticas inclusivas e inserção de profissionais com deficiência no mercado de trabalho

Profissionais do setor de comércio, serviços e indústria de Itajubá se encontraram na unidade do Senac, juntamente com representantes da Apae, do Centro de Apoio e Integração do Deficiente de Itajubá (CAIDI) e Associação Grupo de Apoio a Inclusão (AGAI). O motivo foi o evento “Inclusão: Papel Social e Nicho de Mercado”, realizado na última quinta-feira, 25 de abril, que apresentou uma visão diferenciada sobre as possibilidades de geração de valor nas organizações a partir da inclusão.

Segundo o analista de marketing e comunicação do Senac na Regional Sul, Diego Tomáz “as oportunidades surgem quando as empresas promovem o convívio de indivíduos de diferentes culturas e experiências, facilitando o processo criativo para ampliar a visão estratégica quanto ao desenvolvimento de soluções específicas para este público, que demanda por produtos e serviços adequados às suas necessidades” conclui.

A prática ficou por conta da Vivência Inclusiva, uma dinâmica para demonstrar que a inclusão é um trabalho colaborativo. O check list da inclusão e indicadores específicos para mensuração das ações das empresas nesta área foi compartilhado pela especialista em psicopedagogia e educação inclusiva Larissa Matos. Complementando a imersão no tema, o administrador de empresas e mestre em gestão e desenvolvimento José Alexandre Ribeiro conduziu as reflexões a partir de cases em que empresas apresentaram grande sucesso no mercado a partir de produtos e serviços específicos para pessoas com deficiência.

“Hoje falamos muito da inclusão na escola, do trabalho junto às famílias, mas quando o assunto é mercado de trabalho, precisamos de mais iniciativas como esta” comenta a psicóloga e representante do Conselho Municipal Pessoas com Deficiência, Tássia Cruz. “Hoje tivemos a oportunidade de reunir várias instituições e conversar sobre o mesmo propósito que é a inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho” explica a psicóloga.  Para a administradora Minury Nunes, o evento trouxe oportunidade de criar redes para o crescimento, mudança e movimento a favor da inclusão no município. “Aprendi a ver meu estado de deficiência, tanto como profissional quanto como ser humano, em situações do cotidiano e me senti no dever de trabalhar isso”, avalia.

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