Mensagem Espírita – Prece no Alvorecer

Meu Deus e meu Senhor:
Eu gostaria de ser como a Via-Láctea de estrelas para que as noites da Terra Fossem mais belas e a dor debandasse fugidia na busca de um novo dia.
Mas, que na minha pequenez, sem conseguir, Te quero pedir para ser um pirilampo na noite escura, iluminando a amargura de quem anda na solidão.

Eu gostaria de ser como uma chuva generosa, que caísse na terra porosa e reverdecesse o chão.
Mas, como não conseguirei, então, Te pedirei para ser um copo de água fria, que mate a sede, a agonia de quem anda na desesperação.

Eu gostaria de ser um jardim de flores, de todas as cores, para embelezar a Terra.
Mas, na pobreza que minh’alma encerra, se não puder ser um jardim, deixe-me ser um rosa solitária na frincha da rocha, Meu Deus e meu Senhor: Eu gostaria de ser como a Via-Láctea de estrelas para que as noites da Terra Fossem mais belas e a dor debandasse fugidia na busca de um novo dia.
Mas, que na minha pequenez, sem conseguir, Te quero pedir para ser um pirilampo na noite escura, iluminando a amargura de quem anda na solidão.
Eu gostaria de ser como uma chuva generosa, que caísse na terra porosa e reverdecesse o chão.
Mas, como não conseguirei, então, Te pedirei para ser um copo de água fria, que mate a sede, a agonia de quem anda na desesperação.
Eu gostaria de ser um jardim de flores, de todas as cores, para embelezar a Terra.
Mas, na pobreza que minh’alma encerra, se não puder ser um jardim, deixe-me ser um rosa solitária na frincha da rocha, colocando beleza no painel nobre da natureza.
Eu gostaria de ser um trigal maduro, para repletar de pão a mesa da humanidade.
Mas, e demasiado para mim.
Como não poderei ser uma seara ajuda-me a ser o grão, que caindo no chão se multiplique num milhão e me transforme em pão para meus irmãos.
Eu gostaria de ser como uma escada, que levasse o herói ao pináculo da gloria.
Mas, não tenho valor para tanto.
Então, Te peco para ser o primeiro degrau, a fim de que ele alcance
a gloria de seu ideal.
Eu gostaria de ser a montanha altaneira, de onde se tivesse a visão
da Terra inteira, e pudesse o Homem ser feliz.
Mas, se não conseguir, eu Te quero pedir para ser uma pedra, pavimentando o chão por onde marche a criatura, construindo o amor e a união.
Eu gostaria de ser um pomar de frutos maduros para acabar com a fome.
Mas, na pobreza que me consome Te venho pedir para ser uma arvore desgalhada, projetando sombra na estrada para que alguém,
quando passar de mansinho, pelo meu caminho, lhe possa dizer:
-Ola! meu amigo.
E se ele se voltar e me perguntar: -Quem es tu?
lhe possa contestar:
-Sou teu irmão!
da-me tua mão, sou teu amigo.
Eu gostaria de ser poeta, artista, esteta, trovador, cantor, musicista, orador, para falar da magia e beleza da Tua gloria.
Mas, como quase nada sou, me falta o verbo, a mestria, então Te peco, Senhor, para ser companheiro da criatura deserdada caminhando na estrada da alucinação e, dando-lhe a mão de sustento lhe dizer: sou teu irmão, estou contigo.
Gracas, Senhor, porque nasci, porque creio em Ti, pelo Teu amor, obrigado, Senhor!
Colocando beleza no painel nobre da natureza.

Eu gostaria de ser um trigal maduro, para repletar de pão a mesa da humanidade.
Mas, e demasiado para mim.
Como não poderei ser uma seara ajuda-me a ser o grão, que caindo no chão se multiplique num milhão e me transforme em pão para meus irmãos.

Eu gostaria de ser como uma escada, que levasse o herói ao pináculo da gloria.
Mas, não tenho valor para tanto.
Então, Te peco para ser o primeiro degrau, a fim de que ele alcance
a gloria de seu ideal.

Eu gostaria de ser a montanha altaneira, de onde se tivesse a visão
da Terra inteira, e pudesse o Homem ser feliz.
Mas, se não conseguir, eu Te quero pedir para ser uma pedra, pavimentando o chão por onde marche a criatura, construindo o amor e a união.

Eu gostaria de ser um pomar de frutos maduros para acabar com a fome.
Mas, na pobreza que me consome Te venho pedir para ser uma arvore desgalhada, projetando sombra na estrada para que alguém,
quando passar de mansinho, pelo meu caminho, lhe possa dizer:
-Ola! meu amigo.
E se ele se voltar
e me perguntar:
-Quem es tu?
lhe possa contestar:
-Sou teu irmão!
da-me tua mão, sou teu amigo.

Eu gostaria de ser poeta, artista, esteta, trovador, cantor, musicista, orador, para falar da magia e beleza da Tua gloria.
Mas, como quase nada sou, me falta o verbo, a mestria, então Te peco, Senhor, para ser companheiro da criatura deserdada caminhando na estrada da alucinação e, dando-lhe a mão de sustento lhe dizer: sou teu irmão, estou contigo.
Gracas, Senhor, porque nasci, porque creio em Ti, pelo Teu amor,
obrigado, Senhor!

Divaldo Franco – Joanna de Ângelis

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