Adeus Paulo Henrique…

“A praça hoje acordou mais silenciosa, como se até o vento tivesse diminuído a marcha só para respeitar a dor do nosso peito. Aquele banco, onde a vida acontecia em ritmo de conversa boa, ficou terrivelmente vazio.

A ausência do nosso amigo Paulo Henrique pesa como uma saudade que não cabe em palavras, mas que escorre silenciosa pelo rosto de quem teve o privilégio de caminhar ao seu lado nesse olano.

Como dói falar do Paulo Henrique no passado. O Paulo Henrique da Antonietinha, o irmão e companheiro do Pingo, o Paulo Henrique da La Fornalha, o Paulo Henrique da Cachoeirinha… Tantas histórias, tantas marcas bonitas deixadas por onde ele passava. Mas, para todos nós, ele será para sempre o Paulo Henrique do banco da praça, o ponto de encontro do afeto, o dono do abraço largo e do sorriso fácil.

Ficam agora as lembranças vivas e aquecidas dos nossos encontros. Das gargalhadas soltas no aroma da pizzaria, dos papos sem pressa nos bancos da praça Santa Rita, onde o tempo parecia parar só para nos deixar ouvir suas histórias. Cada risada compartilhada, cada conselho e cada olhar amigo tornaram-se agora tesouros eternos enraizados na nossa memória.

Sua partida deixa um eco doloroso, mas também uma gratidão imensa por cada segundo de sua convivência.

Vá em paz, meu grande e inesquecível amigo.

Olhe por nós aí de cima, continue iluminando nossos caminhos e, por favor… guarda esse cantinho do banco pra gente.

Segura o nosso lugar no banco, porque um dia a gente se reencontra para colocar a conversa em dia mais uma vez. Até um dia!!”

Giácomo Costanti 14/09/2026

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