Uma mulher que reservou hotel em Pouso Alegre (MG) encontrou o quarto em condições precárias, com manchas nas paredes, água suja nas torneiras e fezes de pássaros na janela. Diante da situação, acionou a Justiça e obteve indenização por danos morais.
A 11ª Câmara Cível do TJMG manteve a condenação da plataforma Booking.com, fixando o valor em R$ 5 mil. A consumidora relatou que o quarto não correspondia às fotos divulgadas e apresentou problemas como banheiro sem higienização, colchões sujos e equipamentos deteriorados.
Segundo o processo, ela registrou reclamação na plataforma, mas não recebeu retorno. A empresa alegou ser apenas intermediadora, porém o tribunal entendeu que integra a cadeia de fornecimento e deve responder pelas falhas.
A decisão foi relatada pela desembargadora Mônica Libânio, com voto acompanhado pelos colegas Shirley Fenzi Bertão e Rui de Almeida Magalhães.
Em nota, a Booking.com afirmou que não comenta processos em andamento, mas reforçou que investe em mecanismos de avaliação verificada, suporte 24h e análise de denúncias.






















