A Polícia Civil de Minas Gerais confirmou nesta terça-feira (28) que a morte de Regina Helena Vieira de Souza Marques, de 73 anos, não teve origem criminosa.
Segundo as investigações, a farmacêutica apresentava sinais de demência, agravados por um acidente de trânsito em 2 de abril, em Alfenas. Após se perder durante uma viagem, ela faleceu na zona rural de Campestre, no Sul de Minas.
O delegado Marcos Pimenta, chefe da Delegacia Regional de Poços de Caldas, afirmou que não havia indícios de violência, estupro, suicídio ou envenenamento. Laudos do IML e exames laboratoriais também descartaram qualquer substância tóxica.
Testemunhas relataram que Regina já demonstrava confusão antes de iniciar a viagem, em São Paulo. A Polícia Civil acredita que ela tenha se desorientado após o veículo atolar e morreu entre os dias 18 e 19 de abril, exposta às condições do local.
Com a conclusão dos exames periciais, o caso foi encerrado como morte sem indícios de crime.




















