Hospital Júlia Kubitschek passa a atender integralmente casos de covid

Pacientes com outros agravos serão direcionados para a Unidade Alternativa de Assistência à Saúde Galba Velloso e o Hospital Alberto Cavalcanti

A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) informa à população mineira que, a partir desta segunda-feira (22/3), o Hospital Júlia Kubitschek (HJK) passará a atender integralmente casos suspeitos e confirmados de covid-19, respondendo à solicitação da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte para ampliar a oferta de leitos exclusivos a esses pacientes. 

A decisão é necessária diante do aumento expressivo de casos registrado nos últimos dias e, consequentemente, da crescente demanda por atendimento hospitalar.

Com as recentes ampliações de leitos para responder à pandemia, atualmente o Hospital Júlia Kubitschek oferece 59 leitos de terapia intensiva, 203 leitos de Enfermaria adulto e 10 leitos de Enfermaria obstétrica. A maternidade do HJK, também referência para gestantes e puérperas suspeitas ou confirmadas para coronavírus, continua com a porta aberta para atendimentos de urgência.

Foram consideradas medidas que minimizem o impacto no atendimento à população do entorno. Nesse momento, a maioria dos atendimentos no HJK é por meio da Central de Regulação ou de pacientes egressos do próprio hospital. Esses pacientes serão transferidos temporariamente para a Unidade Alternativa de Assistência à Saúde Galba Velloso (UAAS-GV), que cumpre papel de retaguarda no cenário pandêmico, ou para o Hospital Alberto Cavalcanti, conforme o caso clínico. 

Galba Velloso

Desde outubro de 2020, o Galba Velloso foi revocacionado para atuar como retaguarda para acolher temporariamente pacientes das linhas de cuidado de doenças infecciosas e doenças respiratórias provenientes dos hospitais Eduardo de Menezes e Júlia Kubitschek, da Fhemig, que tiveram seus leitos redirecionados para atender aos casos agudos de coronavírus. 

A UAAS-GV ainda receberá pacientes regulados pela Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, que estão nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPA) por motivos clínicos diversos. O objetivo é contribuir para minimizar o impacto da reversão de leitos para covid-19 e garantir o atendimento de outros agravos que também preocupam a Saúde Pública.

Os demais casos clínicos que necessitam de atendimento específico serão absorvidos pela rede municipal, conforme alinhamento com a Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte.

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