Fhemig abre vagas emergenciais para ampliar leitos de covid

Profissionais vão atuar no Hospital João XXIII e na Maternidade Odete Valadares, em BH

Governo de Minas continua concentrando esforços na ampliação de leitos para garantir atendimento aos pacientes de covid-19. A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) abriu dois editais, nesta quinta-feira (18/3), para contratações emergenciais no Hospital João XXIII e na Maternidade Odete Valadares, ambos em Belo Horizonte. As inscrições vão até a próxima segunda-feira (22/3). 

A Maternidade Odete Valadares seleciona dois médicos para atuar na Unidade de Terapia Intensiva Adulto e um médico para a Unidade de Neonatologia. A carga horária é de 24 horas semanais e a remuneração é de R$ 5.801,50, acrescida de gratificações.

Clique aqui para ler o edital (https://bit.ly/3vDQQx9). 

No Hospital João XXIII as vagas são para técnicos de Enfermagem que atuarão nos leitos de Terapia Intensiva ou Internação destinados aos pacientes com sintomas de covid-19. São três vagas, com carga horária de 40 horas semanais.

As inscrições começam nesta sexta-feira (19/3). Saiba mais sobre a seleção neste link (https://bit.ly/30VObko).

Em andamento

Quanto aos editais do Hospital Eduardo de Menezes (HEM), na Capital, e do Hospital Regional João Penido (HRJP), em Juiz de Fora, as inscrições para ampliação do quadro médico se encerraram ontem. Agora, inicia a etapa de validação dos documentos e, posteriormente, de contratação. Ao todo, foram oferecidas 22 vagas no HEM e nove no HRJP.

Desde o início da pandemia, a Fhemig realizou 74 chamamentos para preencher vagas de médicos nos hospitais da fundação. Em coletiva de imprensa na última terça-feira (16/3), para anunciar a onda roxa em todas as regiões do estado e evitar o colapso da capacidade assistencial, o governador Romeu Zema ressaltou os esforços da gestão, desde março do ano passado, para ampliar a estrutura hospitalar mineira.

Os leitos de UTI passaram de 2 mil para 4 mil nos últimos 12 meses. Leitos de Enfermaria, que antes eram de 10 mil, saltaram para 20 mil unidades. O governador explicou que o Estado tem estrutura para ampliar ainda mais o atendimento, mas a falta de profissionais disponíveis dificulta a expansão.

ASCOM FIEMG

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