Três macrorregiões do estado mudam de fase no Minas Consciente

Norte e Leste regridem para a onda vermelha; Jequitinhonha avança para a onda amarela do plano para retomada das atividades de forma gradual e segura

As macrorregiões Norte e Leste apresentaram piora nos indicadores que medem a evolução da pandemia da covid-19 no estado e regrediram para a onda vermelha do Minas Consciente, a mais restritiva do plano. Já a macrorregião Jequitinhonha apresentou melhora e avançou para a onda amarela. As recomendações foram deliberadas nesta quarta-feira (24/2) durante reunião do Comitê Extraordinário Covid-19 e valem a partir de sábado (27/2).

Na última semana, o número de casos da doença em Minas aumentou 4,5%, enquanto o número de óbitos cresceu 5,1% no mesmo período.  

Cautela

O secretário adjunto de Saúde, Marcelo Cabral, afirmou que o Governo de Minas tem trabalhado para reforçar o enfrentamento da covid-19 no estado, mas ressaltou que o atual momento da pandemia requer que a população mantenha todos os cuidados.

“É importante destacar que, como a campanha de imunização ainda está em curso e a gente ainda tem uma quantidade menor de vacinas, os cuidados sigam sendo adotados, com uso de máscaras e higienização para que, depois que haja uma imunização mais significativa, possamos olhar para a pandemia de uma outra forma. Neste momento precisamos ainda de toda cautela”, pontuou Cabral.

Ondas 

Com a deliberação desta quarta-feira (24/2), as macrorregiões Triângulo do NorteTriângulo do SulNoroesteCentroLeste do SulLesteNordeste e Norte estão contempladas na onda vermelha do Minas Consciente. Já as macrorregiões JequitinhonhaVale do AçoOesteCentro-SulSudeste e Sul integram a onda amarela. Atualmente, nenhuma macrorregião mineira se encontra na onda verde do plano, a mais flexível.

Nesta terceira fase do Minas Consciente, todas as atividades ficam permitidas em todas as ondas, desde que cumpram algumas regras, como distanciamento e limitação máxima de pessoas.

Comitê

O Comitê Extraordinário Covid-19 foi criado especialmente para monitorar a situação da pandemia no estado e é presidido pelo secretário de Saúde, o médico Carlos Eduardo Amaral. O grupo conta ainda com o governador Romeu Zema, todo o secretariado do Executivo mineiro, representantes do Tribunal de Justiça, do Ministério Público do Trabalho, do Ministério Público de Minas Gerais, da Defensoria Pública, do Tribunal de Contas do Estado, entre outros órgãos estratégicos.

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