Romeu Zema entrega respiradores e monitores em Três Pontas para auxiliar no tratamento da covid-19

Macrorregião de Saúde Sul passa a contar com 501 leitos de UTI, uma expansão de 78%

O governador Romeu Zema entregou nesta sexta-feira (7/8) cinco respiradores e cinco monitores para a Santa Casa de Misericórdia do Hospital São Francisco de Assis, em Três Pontas. Os aparelhos serão utilizados no tratamento de pacientes com covid-19 no município e na região.

Durante coletiva de imprensa, Zema enfatizou que, com as entregas dos aparelhos, o sistema de Saúde de Três Pontas está mais fortalecido em relação ao início da pandemia, em março. “Quando o sistema de Saúde está organizado e as ações corretas são tomadas muitas vidas podem ser salvas. É isso que o nosso governo tem procurado fazer”, afirmou.

O governador também enfatizou o trabalho do Governo de Minas junto às prefeituras. Segundo o chefe do Executivo, diferentemente de outros estados que tiveram uma decisão centralizada, Minas Gerais descentralizou as decisões. “Por meio do Plano Minas Consciente auxiliamos os municípios na tomada de decisão. Aprimoramos os protocolos para enquadrar à realidade das cidades”, explicou.  

Legado

Os constantes investimentos em hospitais de estruturas permanentes serão um legado que as ações de enfrentamento à pandemia deixarão para o Sistema Único de Saúde (SUS) do Estado. De fevereiro a agosto deste ano, foram abertos 1.678 leitos de UTI em Minas Gerais, o equivalente a um aumento de 81%.

Do total de novos leitos de UTI viabilizados no estado, 220 estão na macrorregião de Saúde Sul. Antes da pandemia, eram 281 unidades, número que passou agora para 501, expansão de 78%.     

Como resultado, Minas apresenta a menor taxa de óbito pela covid-19 por 100 mil habitantes no país. Com relação à qualificação da rede de saúde pública do Estado, o governo adquiriu 1.047 respiradores para auxiliar os municípios no enfrentamento à pandemia. 

Outros 343 equipamentos foram enviados pelo Ministério da Saúde, sendo 174 para uso em UTIs, além de 169 ventiladores de transporte, utilizados em ambulâncias.

O secretário de Estado de Saúde, Carlos Eduardo Amaral, explicou que o trabalho de ampliar leitos onde já existia a terapia intensiva é mais fácil, simples e mais seguro do que criar um hospital de campanha. “Nosso objetivo era ter um colchão de leitos para que nenhuma região ficasse desassistida”, disse.

Histórico

O primeiro caso da covid-19 em Minas Gerais foi confirmado em 8 de março. Mas, desde o início do ano, o Governo de Minas vem atuando preventivamente no enfrentamento à pandemia.

Em janeiro, foi criado o Centro de Operações de Emergência em Saúde (Coes-Minas) para monitoramento e estudo dos casos e para atuação na tomada de decisões, organizando, assim, as ações de enfrentamento. No mês seguinte, em 27 de fevereiro, a SES-MG apresentou o Plano de Contingência para Emergência em Saúde Pública Covid-19.

Em abril, com objetivo de garantir Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para profissionais de Saúde que trabalham na linha frente contra a covid-19 no estado, foi lançado o programa Protege Minas. No mesmo mês também teve início o plano Minas Consciente, para orientar prefeitos na retomada segura das atividades econômicas, a partir de critérios técnicos e epidemiológicos.

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