Alagamentos no centro: Vereadores analisam possíveis inconsistências nas obras das Galerias Pluviais

Os alagamentos constantes nas imediações da Comendador, Bom Jesus e outras importantes ruas do hipercentro de Pouso Alegre afetam moradores e comerciantes há longa data. Em 2016, a Prefeitura concluiu as obras das galerias pluviais, que deveriam resolver o problema; porém, quando chove os alagamentos logo voltam. Para investigar porque o problema não foi resolvido mesmo com as obras, os vereadores de Pouso Alegre criaram uma Comissão Especial.  

Composta pelos vereadores Leandro Morais (PR) como presidente, Arlindo Motta (PSDB) como relator, Bruno Dias (PR) como secretário, André Prado (PV) e Oliveira (PMDB), a Comissão fez sua primeira reunião para iniciar os trabalhos nesta quinta-feira, 20.  

Os vereadores discutiram o assunto e agora vão solicitar da Prefeitura o envio de documentos como o contrato da empresa que planejou e a que executou a obra. 

“Vamos estudar criteriosamente esses contratos e a execução dessas obras. A população de Pouso Alegre precisa de respostas e soluções concretas para esse caso, afinal, percebemos que existem algumas controversas que precisam ser esclarecidas. E nós, vereadores, estamos trabalhando com muita dedicação nesta Comissão para ao final dos trabalhos entregar uma resposta efetiva à população”, assegura o presidente da Comissão, o vereador Leandro Morais.  

O vereador Arlindo Motta visitou alguns dos pontos de alagamento para ver de perto o problema. “Os comerciantes e moradores estão sofrendo demais com esse problema. São prejuízos financeiros e desgastes que já deveriam estar sanados. Nosso compromisso agora é estudar a fundo essa questão”, explica Arlindo Motta. 

Segundo vereador Bruno Dias, a Prefeitura já havia sido informada que a obra não resolveria o problema. “A empresa notificou a prefeitura via e-mail por mais de uma  vez informando que a  obra, da forma como seria executada, não acabaria com os alagamentos e mesmo assim as obras continuaram. Então, nós temos o dever de averiguar o que houve de fato com essa contratação”, salienta Bruno Dias.      

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