Protesto que pede intervenção militar reúne milhares de manifestantes na Avenida Paulista

A manifestação popular que pede o impeachment da Dilma reuniu cera de 5mil pessoas.

 

10350544_831224716900053_3916325653098233736_nNo último sábado (01/11), por volta das 14h00, cerca de 5mil pessoas, participam de um protesto na Avenida Paulista, em São Paulo, que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff e a intervenção militar no País. Gritos como “Viva a PM” eram entoados pelos manifestantes.

Havia, entretanto, faixas e cartazes com as mais variadas mensagens que vão de “Intervenção militar já” a “PT é o câncer do Brasil”. O protesto, que teve início no vão livre do Masp, segue no sentido Paraíso, e fecha parte da avenida.

1450113_831224606900064_4907271945865574725_nO ato é escoltado pela PM, que organizou uma operação para eventuais confrontos. Dois pelotões da Tropa do Braço ficaram posicionados nas ruas laterais ao Masp. O protesto foi organizado pela internet e teve a confirmação de 100 mil pessoas.

“Se você acha que democracia é isso que temos aqui, então sou a favor da volta do militarismo”, disse o investigador de polícia, Sergio Salgi, de 46 anos. Ele foi ao protesto carregando uma faixa com os dizeres “SOS Forças Armadas”.

Para o investigador, a melhor chance de tirar Dilma no poder seria lançar a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) à Presidência, nome apoiado por ele. “A melhor chance é só com o Bolsonaro. Mas não teve como”, disse Salgi. Em entrevistas, Bolsonaro já antecipou sua intenção de ser candidato à Presidência em 2018.

O filho de Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro (PSC), que se elegeu deputado federal por São Paulo, participou da manifestação. O deputado discursou sobre o único carro de som do ato. “Ele (Jair Bolsonaro) teria fuzilado Dilma Rousseff se fosse candidato este ano.

Ele tem vontade de ser candidato mesmo que tenha de mudar de partido”, afirmou Eduardo, ao prever que o pai terá dificuldades em lançar seu nome à Presidência pelo PP.oferecimento vintage

Sobre Giácomo Costanti

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5 respostas para Protesto que pede intervenção militar reúne milhares de manifestantes na Avenida Paulista

  1. Mauricio de Souza disse:

    Só apoia a ditadura quem nunca leu sobre ou quem se faz de burro.
    Seu direito de fazer essa manifestação sem sentido é graças á democracia.

  2. Mauricio de Souza disse:

    O mais engraçado é que não vejo na foto nenhum negro. Só é peossivel ver brancos da classe média alta. OU SEJA PESSOAS QUE NÃO SÃO reprimidas pelas forças policiais em uma eventual abordagem……..kkkkkkkkkkkkk

  3. Mauricio de Souza disse:

    Sobe depressa, Miss Brasil’, dizia o torturador enquanto me empurrava e beliscava minhas nádegas escada acima no Dops. Eu sangrava e não tinha absorvente. Eram os ‘40 dias’ do parto. Na sala do delegado Fleury, num papelão, uma caveira desenhada e, embaixo, as letras EM, de Esquadrão da Morte. Todos deram risada quando entrei. ‘Olha aí a Miss Brasil. Pariu noutro dia e já está magra, mas tem um quadril de vaca’, disse ele. Um outro: ‘Só pode ser uma vaca terrorista’. Mostrou uma página de jornal com a matéria sobre o prêmio da vaca leiteira Miss Brasil numa exposição de gado. Riram mais ainda quando ele veio para cima de mim e abriu meu vestido. Picou a página do jornal e atirou em mim. Segurei os seios, o leite escorreu. Ele ficou olhando um momento e fechou o vestido. Me virou de costas, me pegando pela cintura e começaram os beliscões nas nádegas, nas costas, com o vestido levantado. Um outro segurava meus braços, minha cabeça, me dobrando sobre a mesa. Eu chorava, gritava, e eles riam muito, gritavam palavrões. Só pararam quando viram o sangue escorrer nas minhas pernas. Aí me deram muitas palmadas e um empurrão. Passaram-se alguns dias e ‘subi’ de novo. Lá estava ele, esfregando as mãos como se me esperasse. Tirou meu vestido e novamente escondi os seios. Eu sabia que estava com um cheiro de suor, de sangue, de leite azedo. Ele ria, zombava do cheiro horrível e mexia em seu sexo por cima da calça com um olhar de louco. No meio desse terror, levaram-me para a carceragem, onde um enfermeiro preparava uma injeção. Lutei como podia, joguei a latinha da seringa no chão, mas um outro segurou-me e o enfermeiro aplicou a injeção na minha coxa. O torturador zombava: ‘Esse leitinho o nenê não vai ter mais’. ‘E se não melhorar, vai para o barranco, porque aqui ninguém fica doente.’ Esse foi o começo da pior parte. Passaram a ameaçar buscar meu fillho. ‘Vamos quebrar a perna’, dizia um. ‘Queimar com cigarro’, dizia outro.

    *ROSE NOGUEIRA, ex-militante da Ação Libertadora Nacional (ALN), era jornalista quando foi presa em 4 de novembro de 1969, em São Paulo (SP). Hoje, vive na mesma cidade, onde é jornalista e defensora dos direitos humanos. Depoimento completo: http://www.dhnet.org.br/direitos/militantes/rosenogueira/rose_tiradentes.htm

    Via: É isso que vocês querem de volta?

  4. Mauricio de Souza disse:

    Só lembrando e ainda perguntando se é que o dono da pagina irá ou não me censurar, já que é meio contra opiniões contrárias. Bem Caso ocorra mesmo o impeachment, coisa fantasiosa das mentes machistas histéricas lunáticas da classe media alta oprimida desse manifesto irrelevante, quem o senhor acha que irá assumir ? É claro que é o vice Michel. Ou vocês pedirão afastamento de todos os candidatos até conseguirem colocar no poder quem vocês querem ?
    Pergunto:
    Senhor Giácomo, o senhor é contra ou a favor da volta dos militares ao poder ??
    O senhor é contra ou a favor da democracia ?
    Eu sou contra. E o senhor, tem peito para responder ????

  5. Mauricio de Souza disse:

    EU SOU CONTRA A VOLTA DOS MILITRES AO PODER………..E VIVA `A DEMOCRACIA.

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