Alunos da ETE do noturno grupo 2207 da Projete, desenvolveram um projeto com o intuito de combater a adulteração de combustíveis (Analisador de Combustível Adulterado).
A ideia do trabalho foi um detector que fica localizado no bocal do tanque do veiculo automotor onde no ato do abastecimento o analisador coleta uma amostra do combustível, que através de sensores verificam se o mesmo é padrão e se esta de acordo com as normas da ANP (Agência Nacional do petróleo) , apos a análise, os resultados são mostrados em um display que fica localizado no painel do veiculo alertando o consumidor se a qualidade é (BOA ) ou (RUIM), além de possuir um dispositivo que registra a quantidade em litros que esta sendo abastecida no veiculo automotor.
Segundo pesquisas o combustível adulterado traz uma série de danos ao veículo, diminuindo a vida útil do veículo automotor, ou seja faz com que gastando cada vez mais com manutenções e etc.
O propósito do trabalho tem como ideia o combate aos postos que além de nos vender combustível fora da qualidade, nos enganam também na quantidade abastecida alterando suas bombas.
Esse projeto foi premiado em 1º lugar geral pelo INATEL, na área de automação e controle.























Excelente trabalho …..parabens.
Parabens muito criativo…… vcs tem que colocar no mercado este aparelho.
Achei uma idéia brilhante, inovadora e muito técnica, dando ao consumidor a oportunidade de fiscalizar a qualidade dos combustíveis, como Gasolina, Álcool e Diesel. Parabéns
Muiiiiito booom ! Amei essa ideia ,quero um desses no meu carro rs
A gasolina adulterada é um lucro fácil para o dono do posto, mas representa possíveis prejuízos para o consumidor
No momento da escolha do posto de combustível em que vamos abastecer, pode vir à nossa cabeça: será que neste posto estão vendendo gasolina adulterada? Isso ocorre principalmente quando vemos aquelas filas quilométricas de carros em postos de combustíveis com preços excessivamente baixos.
Infelizmente, essa é uma medida fraudulenta realizada por alguns postos e distribuidoras, quando se adicionam solventes ou outros compostos à gasolina a fim de tornar o produto mais barato. No entanto, a sua qualidade diminui drasticamente e pode trazer prejuízos para o carro e para o bolso.
Os compostos adicionados à gasolina também precisam ser combustíveis para que também entrem em combustão e não deixem vestígios. Tanto é que o consumidor geralmente só percebe que foi passado para trás, quando já é tarde demais.
Geralmente, essa adulteração é feita acrescentando-se etanol à gasolina acima do especificado por lei. Segundo a Portaria 678 de 31/08/2011, do Ministério de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a quantidade adicionada de álcool deve estar entre 20% a 25% em volume.
Se esse limite for ultrapassado, o resultado será que no motor de explosão interna haverá uma mistura “pobre” de ar/combustível, levando a uma dirigibilidade menor, falhas de funcionamento do motor, diminuição do poder calorífico da gasolina e perda de desempenho.
Além do etanol, podem ser adicionados à gasolina também óleo diesel e querosene, por serem mais baratos e perfeitamente miscíveis com a gasolina. Isso poderá resultar numa carbonização da câmara de combustão. Como sua octanagem é muito baixa, pode causar detonação em baixas rotações. Para saber se a gasolina está adulterada com óleo diesel, basta expô-la à luz ultravioleta, que ela ficará com um aspecto turvo, meio leitoso, pois o diesel emite fluorescência.
São usados também outros solventes como a aguarrás e o solvente para borracha (SPB ou benzina industrial). Este último é citado informalmente como um dos mais empregados nesse tipo de fraude. Esse solvente pode atacar as partes de borracha do sistema de admissão de combustível, diminuir a octanagem e aumentar a tendência à detonação, conhecida como batida de pino.
Entre os gastos mais comuns realizados pelo consumidor devido ao uso de gasolina adulterada estão o entupimento da bomba da gasolina, sendo que o conserto fica em torno de R$300,00, e a corrosão do sistema de injeção eletrônica, que custa em média R$1.500,00 nos veículos populares.
Parabéns ao grupo este projeto é muito interessante e de grande valia.
Olá Carlos, excelente comentário desde já agradecido.
Vai aqui algumas dicas.
– Identificar se a gasolina está adulterada
Motor começa a falhar logo após o abastecimento;
A marcha lenta se torna irregular, com constantes oscilações e falhas;
As partidas tornam-se mais difíceis tanto em baixa como em alta temperatura;
O motor irá “bater-pino”, que são sintomas da pré-ignição;
O escapamento expele água em excesso, mesmo depois do motor estar aquecido.
– Consequências a médio prazo
Motor “engasga” ou chega a parar;
Desempenho e rendimento diminuem consideravelmente;
Perda gradativa da potência e torque do motor;
Falhas nas acelerações e retomadas de velocidade;
Maior índice de poluentes lançados pelo escapamento.
– Danos provocados por solventes
Deterioração prematura das borrachas de vedação do sistema de alimentação;
Aumento do depósito de carvão nas válvulas e nas velas de ignição;
Formação de goma no motor, nas válvulas injetoras, na haste da válvula de admissão;
Perda de eficiência do óleo lubrificante por contaminação;
Desgaste prematuro do motor.
– Como eliminar o problema
Fazer uma limpeza no carburador ou nas válvulas injetoras – para o sistema multiponto recomenda-se utilizar além da limpeza ultra-sônica a retro-lavagem*.
Eliminar o combustível adulterado do veículo e limpar todo o circuito, inclusive o tanque;
Trocar todas as mangueiras de borracha (devido a contaminação pelo solvente);
Substituir os diafragmas do carburador caso seu veículo não seja injetado;
Substituir o filtro de combustível;
Testar a válvula reguladora de pressão do sistema de injeção;
Testar a vazão da bomba de combustível.
– Escolher um posto de confiança
Tente abastecer sempre no mesmo posto. Em caso de adulteração, é mais fácil descobrir a origem;
Desconfie de combustível com preço muito baixo, pois, o mesmo pode estar adulterado;
Veja se o posto de sua preferência faz controle de qualidade do combustível anunciado pela distribuidora;
Cheque no posto se há lacres eletrônicos nos bocais dos reservatórios de combustível;
Caso você desconfie do combustível, peça para o frentista um teste do produto. Isso é um direito do consumidor;
Exija sempre a nota fiscal. Ela é prova que você abasteceu naquele posto;
Em caso de irregularidades, denuncie-o para a distribuidora ou aos órgãos de fiscalização.
Agência Nacional do Petróleo (ANP)
– Reclamações e queixas sobre combustíveis
– Tel: 0800 900-267
Sou aluno do 6º período do Inatel e dei uma lida no projeto do combustível adulterado, e pelo que percebi é um projeto muito interessante. O nível de complexidade é altíssimo ainda mais para alunos do curso técnico. Parabéns a todos os integrantes e que eles possam seguir com esta idéia que só tem a trazer benefícios para a sociedade.
Sou estudante do 3º ano na FAI e na 5ª feira, fui à PROJETE2014 e me agradei muito do trabalho Analisador de Combustível Adulterado. Ideia e complexidade do projeto são ótimas, o grupo está de parabéns.
Dei uma passada pela feira e o projeto que mais me chamou a atenção foi este citado nos comentários e não citado no texto desta matéria, “Analisador de Combustível Adulterado”, projeto muito bem elaborado e desenvolvido pelo grupo, visto a grande dificuldade na realização dessas medidas e o grande problema que nossa sociedade enfrenta atualmente com essa adulteração. Parabéns, tomara que essa ideia prospere e vocês deem continuidade ao projeto.
sou dono de posto. Tenho interesse. Ja esta vendendo o equipamento??