Reflexões Diárias por Nivaldo Galdino – O Fariseu e o publicano

Tratava-se de dois tipos de pessoas: uma pessoa muito santa e outra desonesta demais: o fariseu e o publicano. Na época, todo fariseu nada mais era do que um doutor da lei, alguém que tinha uma vida regrada pelas orações, pelas idas ao templo religioso, pelas demonstrações de caridade. Um fariseu era um beato que fazia valer a sua religiosidade. Mas o publicano, por sua vez, era um cobrador de impostos. Para se ter uma ideia, quando alguém devia algum dinheiro ao governador, o publicano era quem invadia a casa dessa pessoa e levava o que a pessoa tinha, cobrando juros exorbitantes. Conclusão: os publicanos eram odiados da população e conhecidos como corruptos. Mas os dois oravam a Deus em um mesmo ambiente. A oração do fariseu era esta: ” Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, ladrões, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo” (Lucas 18:11-12). O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao Céu, mas batia no peito, dizendo: “Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!” (Lucas 18:13). De acordo com a palavra de Deus, o publicano voltou justificado para a própria casa e não o fariseu, pois “qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado” (Lucas 18:14).Oferecimento minas-brasil-moveis

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