Em Santa Rita do Sapucaí, na última quarta-feira a noite abordou no Bairro Maristela Carlos Roberto dos Santos Aniceto, 34 anos e Ualace Amaro de Barros,o Linguiça do Fantástico.
Carlos Roberto dos Santos Aniceto, foi condenado no inicio de 2013 a um ano e quatro meses de cana em regime aberto, pelo crime de “incêndio criminoso”, portanto ele deveria dormir na cadeia, mas descumpriu a determinação judicial.
Ualace Amaro de Barros, o Lingüiça do Fantástico, 26 anos tem uma ficha corrida bem mais pesada. Segundo o próprio, ele está em liberdade condicional e não sabe por que foi preso.
Ele está em liberdade condicional por um processo, mas responde também por outros, e cada processo desse irá gerar um Mandado de Prisão.
O Linguiça trabalhou com pedreiro no programa de reabilitação dos preso, chegou a aparecer no Fantástico devolvendo dinheiro a um senhor que ele lhe tinha roubado dinheiro. O dinheiro foi conseguido no programa trabalhando muito bem como pedreiro, aprendeu muito bem a profissão por sinal, mais depois que ficou em liberdade condicional não quis usar suas habilidades adquiridas, acabando atentado pela pedra de crack, e assim jogou fora tudo que aprendeu nessa bela profissão e acabou voltando para o Hotel Recanto das Margaridas.
FOTO: Airton Chips






















“Crack.. Transformando pessoas em Zumbis”
Foi uma boa ação da polícia, só fico triste com a infeliz colocação do jornalista ou colunista desta notícia, “HOTEL RECANTO DAS MARGARIDAS” moro aki no Recanto das Margaridas e, comentários como esse são de uma tremenda falta de respeito com os moradores deste e dos demais bairros da nova cidade. Uma pessoa qualificada a escrever uma notícia em um jornal ou um site de informação publica deveria usar o nome apropriado dos lugares que vai citar na matéria. PRESÍDIO de Santa Rita do Sapucaí-MG.
D jeito que foi escrito é como se os moradores deste bairro fossem marginais. FICA A DICA
De modo algum essa colocação generaliza os moradores da região. É um hotel, onde todos nós pagamos as contas!!
Uma vez no crime, sempre no crime. Pode-se fingir que mudou, pode-se enganar a todos mas sempre continuará o mesmo.