Temos observado, com grande preocupação, o aumento de crianças e adolescentes utilizando bicicletas elétricas e motos elétricas de forma imprudente nas ruas da cidade.
Manobras perigosas, excesso de velocidade, circulação em vias movimentadas, desrespeito às regras de trânsito e até disputas entre eles têm se tornado cada vez mais frequentes.
É preciso falar com clareza:
⚠️ Um veículo, mesmo elétrico, pode se tornar uma arma nas mãos de quem não tem responsabilidade ou maturidade para conduzi-lo.
Estamos falando de equipamentos que atingem altas velocidades e que, em caso de queda ou colisão, podem causar ferimentos graves e até fatais — tanto para quem conduz quanto para terceiros.
Muitos pais, na intenção de agradar ou facilitar a locomoção dos filhos, acabam entregando esses veículos sem a devida orientação, acompanhamento ou limites. Mas é fundamental entender que junto com o presente vem uma enorme responsabilidade.
👉 É necessário conversar com os filhos.
👉 Explicar os riscos reais.
👉 Exigir o uso de equipamentos de segurança.
👉 Estabelecer regras claras de horário e locais permitidos.
👉 Supervisionar.
A rua não é pista de corrida.
Calçada não é local para manobras perigosas.
E imprudência não é diversão — é risco de vida.
Nenhum pai ou mãe quer receber uma ligação com uma notícia trágica. A prevenção começa dentro de casa, com diálogo, orientação e responsabilidade.
Cuidar também é dizer “não”.
Educar também é impor limites.
Vamos agir antes que algo grave aconteça.
A vida dos nossos filhos vale muito mais que qualquer diversão momentânea.






















