Futuro advogado personifica super-herói para levar palavras de conforto às crianças em hospitais e palestras de prevenção às drogas e bullying para escolas.
Desde 1939, quando apareceu pela primeira vez na história em quadrinhos Detetive Comics, o personagem fictício e super-herói Batman inspira a imaginação de muitas pessoas mundo adentro.
Nesses anos de existência o Homem-Morcego ou Cavaleiro das Trevas, como também é conhecido, tem uma longa lista de publicações e filmes que o ajudaram a manter o interesse do público no personagem.
Ao contrário da maior parte dos super-heróis, o Batman não tem superpoderes e, na sua incansável luta contra o crime, utiliza de sua genial inteligência, perícia como praticante de artes marciais e sua destreza física.
Mas o que Bob Kane e Bill Finger, criadores do personagem, talvez não fizessem ideia era que seu super-herói avançaria os limites da fictícia Gotham City para o Sul de Minas Gerais e em meados da década dos anos 80, no auge das reprises do seriado americano Batman e Robin, faria brilhar os olhos de uma criança que, não tendo condições de comprar seu boneco articulado, visitava diariamente a vitrine de uma loja para contemplar o brinquedo dos seus sonhos.
O tempo passou e aquela criança cresceu e, ainda inspirada em seu super-herói favorito, trilhou caminhos até se formar em Direito, esperando assim poder usar seus poderes de defensor das leis recém adquiridos na faculdade.
E foi então que numa festa à fantasia, ainda no período estudantil, surge o Batman Sul-mineiro. “Comprei uma fantasia bem simples e, em tempos de redes sociais, as fotos acabaram “vazando”. A partir daí me convidaram pra uma palestra infantil sobre drogas, depois me chamaram para visitar um
hospital. Surgia a ideia de usar a fantasia a serviço da coletividade”, conta o morcego, cuja verdadeira identidade quase ninguém conhece.
Para aprimorar sua Batsuit, uma campanha de arrecadação de recursos foi realizada durante três anos, o que permitiu a evolução da aparência da armadura que protege o herói. Desde então ampliou o número de visitas a hospitais, APAE’s, escolas, igrejas e outras instituições, com o intuito de levar uma palavra de conforto, alguns conselhos sobre o perigo das drogas, más companhias, o uso seguro da internet, bullying, assédio, defesa pessoal, segurança, entre outros assuntos.
Com a expansão dos trabalhos do Batman sul-mineiro, surgiram alguns amigos também heróis, como o Homem Aranha e o Pantera Negra, que participam do projeto e formaram o grupo “Os Revolucionários”, permitindo a parceria com a Polícia Militar de Minas Gerais para um trabalho focado nas escolas.
E assim, o menino que não tinha dinheiro pra comprar um boneco articulado do seu herói favorito hoje não só conseguiu se personificar no Batman como transformou o seu sonho numa oportunidade de levar alegria a jovens e crianças. “A meta agora é atingir toda a região sul-mineira e – quem sabe um
dia – adquirir um veículo para transformá-lo num Batmóvel, o que facilitaria e muito o trabalho”.
Crianças e jovens
Se eu posso deixar uma mensagem para as crianças e para os jovens, eu digo: “Respeitem os mais velhos, não usem drogas, cuidado com as companhias, estudem, tenham muita fé em Deus e nunca desistam dos seus sonhos.
Para aqueles que quiserem patrocinar o trabalho voluntário, seguem os contatos:
@batsuldeminas
@revolucionarios.batspider
























Olá, boa tarde. Meu nome é João Carlos. Morei e trabalhei no Banco Real de Sta Rita no período de 1994 a 2001. Nesse intervalo nasceram meus 3 filhos que são Santarritenses. Amo essa cidade. Fomos muito felizes nessa terra. Como faço pra receber as postagens de vocês?
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