A família das duas crianças feridas em um brinquedo do parque itinerante em São Gonçalo do Sapucaí comentou sobre o acidente nas redes sociais. Uma mulher, que é mãe de uma das crianças e tia de outra, negou que elas tenham ficado em pé na atração conhecida como barco viking.
Lidiane Ferreira disse que o filho, que completou 11 anos nesta segunda-feira (10), ficou com o cinto pendurado no pescoço. Teve uma lesão, mas já recebeu alta do hospital. Na publicação na rede social, Lidiane conta que os funcionários do parque alegam que as crianças estavam em pé e sem o cinto de segurança.
Ela nega e questiona como o filho teria ficado preso ao cinto se não estivesse com o equipamento. “A hora que eu cheguei na barca, meu filho estava com o pescoço totalmente… como se fosse uma esfoliação, todo roxo. E em estado assim, parado”, contou em entrevista a um jornal da cidade.
Uma estudante universitária, que ficou ferida ao ajudar o garoto, e o namorado dela, estavam no último banco. Eles contam que ouviram um forte estrondo e relataram falhas nos freios.
“Eu não sei falar se foi corrente ou cabo que estourou. Na hora que o nosso lado desceu, o primeiro menino foi arremessado”, contou Larissa Ramos Brandão.
A outra criança, sobrinha de Lidiane, que foi arremessada, quebrou três costelas, trincou a clavícula e teve um ferimento na cabeça. O menino, que tem 12 anos, teve alta do hospital na noite de segunda-feira.
Segundo o procurador do município, o parque itinerante recebeu o alvará de funcionamento porque o dono apresentou todos os laudos obrigatórios, incluindo o de liberação dos bombeiros e uma documento do Conselho Regional de Engenheria e Agronomia (Crea). No documento, aparecem como verificados a instalação e manutenção de equipamentos, além de sistemas de energia elétrica.


























