SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE MEIO AMBIENTE MULTA COPASA EM SANTA RITA

No dia 19 de setembro de 2018, a Superintendência Regional de Meio Ambiente – SUPRAM realizou uma fiscalização ambiental na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da COPASA de Santa Rita do Sapucaí.

Foram vistoriados os setores:

  1. Aterro onde são depositados os resíduos do leito de secagem e da etapa de desarenação;
  2. Elevatória;
  3. Desarenador;
  4. Leitos de Secagem;
  5. Queimadores de gás e 
  6. Setor administrativo

No momento da fiscalização foi observado a seguinte irregularidade:

Disposição dos resíduos provenientes do processo de desarenação (resíduo de esgoto in natura), juntamente com os resíduos separados na etapa de gradeamento, juntamente aos resíduos dos leitos de secagem, sendo depositados em uma vala sem impermeabilização adequada.

Foi verificado no início da vistoria que a bomba da elevatória apresentou problemas de funcionamento, ao ser identificado o problema, foi retirada e feito acionamento da patrulha mecânica em Pouso Alegre para realizar a troca da bomba.

Sendo então lavrado o Auto de Infraçã0 180.239/2018 – “Causar poluição ou degradação ambiental de qualquer natureza que resulte ou possa resultar em danos aos recursos hídricos, as espécies vegetais e/ou animais, aos ecossistemas, ao patrimônio natural ou cultural ou que prejudique à saúde, à segurança e o bem estar da população.”

O valor da multa foi de R$89.710,44.

A vistoria foi realizada após a SUPRAM receber o nosso relatório final  da CPI – COPASA.
Sendo então o primeiro resultado efetivo de todo o nosso trabalho com relação a CPI da COPASA em Santa Rita”conclui o vereador Giácomo Costanti, Relator da CPI – COPASA.

O Vale Independente procurou o biólogo Júlio César de Souza, que também participou dos trabalhos da CPI – COPASA pelo Instituto Fernando Bonillo para comentar sobre a atuação da SUPRAM:

“A autuação realizada pela Secretaria de Estado de Minas Ambiente é de grande importância para o meio ambiente, pois foi verificada poluição ou degradação ambiental devido a uma vala sem impermeabilização. Isso afeta diretamente o solo e pode afetar também os recursos hídricos, a fauna, a flora, os ecossistemas, enfim afetar a natureza e a população, pois pode ser prejudicial a saúde, a segurança e o bem estar. Que a partir desta fiscalização sejam feitas outras com frequência, pois temos que abrir os olhos e cuidar de nossa natureza e do meio ambiente como um todo.”

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