O diretor executivo interino da Fundação de Ensino Superior do Vale do Sapucaí (FUVS), mantenedora do Hospital Samuel Libânio, em Pouso Alegre, falou nesta sexta-feira(14) pela primeira vez sobre supostas irregularidades em protocolos de atendimento ao atual prefeito e ex-presidente da instituição, Rafael Simões (PSDB). Os protocolos indicam uma grande quantidade de medicamentos e materiais hospitalares adquiridos por Simões entre 2014 e 2017. Para o diretor, o hospital não pode vender esses materiais porque eles são exclusivos para uso em pacientes.
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