Dizem que a crise está tão feia, que o passarinho João de Barro alugou sua casinha e foi morar com os parentes.
É engraçado, mas desde quando me conheço por gente ouço dizer que o Brasil está em crise. Lembro-me do militarismo. Lembro-me da morte de Tancredo Neves. Lembro-me da era Collor. Foram épocas muito difíceis. Porém, nesse meio tempo vi homens enriquecerem e outros empobrecerem. E a crise foi apenas um detalhe em tudo isso.
O pensador Peter Drucker disse: “Existe o risco que você não pode jamais correr e existe o risco que você não pode deixar de correr”.
Mas, para correr os riscos que importam para se conquistar uma vida melhor e vencer as crises, é preciso ter coragem, que é o ato de acreditar fielmente em si mesmo, apesar dos obstáculos e ameaças que nos circundam.
O mundo é dos corajosos. São eles que modificam a realidade constantemente. Graças a eles temos a internet, o avião, o celular, as vacinas que salvam vidas, a pesquisa espacial, a nanotecnologia e muitas outras importantes conquistas do mundo moderno, o qual não para de evoluir.
O corajoso, o ousado, é aquele que consegue conviver com situações adversas e angustiantes. É aquele que não teme e não recua frentes às tempestades e aos ventos contrários. É aquele que suporta arranhões, cicatrizes e até os mais profundos ferimentos na alma.
O pensador romano Sêneca, que viveu na época de Cristo, acertadamente disse: “Muitas coisas não ousamos empreender por parecerem difíceis; entretanto, são difíceis porque não ousamos empreendê-las.”
As conquistas de um homem se devem à coragem, à fé no futuro e à persistência.
Afinal, um sim é sempre um sim e um não é sempre um talvez.
Frase da semana: “Um campeão se mostra na derrota, na força pra lutar quando já cansou”
(Fábio Jr, na música Volta ao Começo).
Sandro Mendes (jornalista formado pela PUC de Belo Horizonte)






















