Nova ocupação ocorreu após protesto durante plenária
Com faixas, cartazes e cantando palavras de ordem, o grupo, formado por integrantes da Assembleia Popular Horizontal de Belo Horizonte, causou o adiamento da votação de seis projetos.
Os participantes da nova ocupação ainda não divulgaram a completa pauta de reivindicações e anunciaram que alguns fazem greve de fome. No entanto, por meio do perfil da APH no Facebook, os manifestantes postaram que querem a convocação da audiência pública obrigatória prevista na Lei Orgânica e que o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, compareça na casa legislativa para prestar as contas da gestão da cidade. Além disso, os participantes do ato exigem a abertura das planilhas das empresas de ônibus da capital mineira.
Uma reunião entre os acampados está marcada para às 9h30, quando os pedidos dos manifestantes serão aliados entre eles.
Primeira ocupação
Há pouco mais de um mês, a casa legislativa foi ocupada por manifestantes durante nove dias. A ocupação começou por volta de 12h do dia 29 de junho, logo depois que foi realizada uma reunião extraordinária.
Na data, os vereadores aprovaram, em segundo turno, a redução de 2% do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) no preço das passagens de ônibus. A medida resultou no corte de R$ 0,05 no custo final da tarifa.
Outro desconto de R$ 0,05 veio da suspensão da cobrança de custos operacionais pela Empresa de Transporte e Trânsito da capital (BHTrans), que arrecadava a taxa das empresas de ônibus. O projeto foi aprovado com 30 votos favoráveis e cinco contrários.

























