Estudante admite ter feito programa em São Paulo

Universitária admitiu ter feito um programa com um homem desconhecido para conseguir dinheiro e alugar um imóvel

A universitária Tauanny Medeiros Cavalcante, 18 anos, admitiu, em depoimento à polícia de São Paulo, onde foi encontrada, ter feito um programa com um homem desconhecido para conseguir dinheiro e alugar um imóvel. No depoimento, prestado no domingo passado, ela contou que decidiu viajar para São Paulo porque havia recebido, pela Internet, convites para trabalhar no caixa de uma casa noturna.

O estabelecimento já havia sido autuado e fechado pela polícia por favorecimento à prostituição. A jovem estuda no segundo período de Direito da PUC-Betim, onde foi beneficiada com uma bolsa de 50% de um convênio, sendo os outros 50% custeados pela família.

A polícia, segundo o delegado Wagner Sales, levanta a participação da boate no episódio. Se o estabelecimento mandou alguma pessoa a Betim para buscar a estudante, o caso poderá ser investigado como tráfico interestadual de escravas brancas.

Terça-feira (20) a casa da família de Tauanny permaneceu fechada durante todo o dia. Atendendo à recomendação de um psicólogo, que está, a pedido da família, acompanhando o caso, Tauanny e todos os parentes que moram no Bairro Ingá viajaram, na tarde de segunda-feira, para o interior.

O caso do desaparecimento da também estudante de Direito na PUC-Betim Natália Cristina Almeida Paiva, 27 anos, sumida desde o dia 13 deste mês, permanecia sem novidades ontem. Policiais da Delegacia de Desaparecidos do Departamento de Investigações estão investigando uma denúncia de que a universitária teria sido abandonada, não se sabe se viva ou morta, em uma área da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Terça-feira (20) foi o terceiro dia em que equipes de policiais faziam levantamentos nessa região sem conseguir encontrar pistas.

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